Abrindo a edição de 2026 do “CineAula IC Play”, uma sequência didática sobre o curta-metragem “Acalanto”, baseado em um conto de Mia Couto
Publicado em 12/03/2026
Atualizado às 12:10 de 12/03/2026
CineAula IC Play – 2a edição
por Talita Seniuk
Sequência didática #1: Acalanto: entre interdisciplinaridades e afetos
Direção: Arturo Saboia
Elenco: Léa Garcia e Luiz Carlos Vasconcelos
Estado: Maranhão
Classificação indicativa: livre
Gênero: drama
Idioma: português
Sinopse: Dona Luzia, uma mulher negra e não alfabetizada, pede a Chico, um escriturário, que leia para ela repetidamente a única carta que possui de seu filho, de quem não tem notícias há anos. Ela volta com frequência obstinada por novas leituras, e ele, então, começa a alterar o conteúdo do texto enquanto lê, a fim de confortá-la com as suas palavras. O curta-metragem foi baseado no conto “A carta”, do escritor moçambicano Mia Couto.
I. CARTA POR UMA AMPLA ABORDAGEM DE ACALANTO
Pensando nisso, a proposta de trabalho com o curta-metragem Acalanto visa possibilitar a mediação de objetos de conhecimento da área de ciências humanas e sociais aplicadas com a contribuição de linguagens e suas tecnologias, extrapolando seu alcance para um diálogo com as competências gerais, em especial a número 9, que prevê:
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza (Brasil, 2018, p. 10).
II. PLANO-SEQUÊNCIA
Habilidades da BNCC
(EM13CHS104) Analisar objetos e vestígios da cultura material e imaterial de modo a identificar conhecimentos, valores, crenças e práticas que caracterizam a identidade e a diversidade cultural de diferentes sociedades inseridas no tempo e no espaço.
(EM13CHS106) Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica, diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais, incluindo as escolares, para se comunicar, acessar e difundir informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
Durante a apresentação do envelope, em meio digital ou físico, questione:
- O que é isto?
- Para que serve?
- Como funciona ou funcionava este objeto?
- Alguém usa atualmente este meio de comunicação?
- Pelo que geralmente ele é substituído?
Espera-se que os estudantes saibam que se trata de uma carta e descrevam o funcionamento desse meio de comunicação: um remetente escreve um texto em uma folha, coloca-o dentro de um envelope identificando o destinatário com endereço e código de endereçamento postal (CEP), e então o envia por meio de um serviço de correio. Se você optou por inserir os nomes dos personagens do curta-metragem, os estudantes podem também se questionar sobre quem são o destinatário e o remetente e qual é o conteúdo da carta.
Depois dessa introdução, em uma nova rodada de perguntas motivadoras, questione:
- Uma carta pode ser uma fonte histórica?
- Ela é um patrimônio? Material ou imaterial?
- Pode ser considerada um suporte à memória humana?
- Uma carta pode ser considerada um patrimônio pelo seu valor afetivo?
Neste momento, é importante que fique claro para os estudantes que uma carta pode ser considerada uma fonte histórica e um patrimônio, tanto no caso de ser importante para uma única pessoa ou núcleo familiar quanto no caso de ser um marco para a história coletiva; esse último caso pode ocorrer, por exemplo, se a carta for escrita por uma figura histórica e tiver conteúdo relevante para uma nação.
Como a história tem como objeto de estudo a ação da humanidade através dos tempos, a memória é outro conceito fundamental nessa abordagem de como pessoas ou grupos lembram o passado e constroem significados a seu respeito. Comente com os estudantes que nossa memória pode ser ativada com gatilhos – por exemplo, com algo que esteja escrito numa carta.
b) Câmera – Remetente: filho da saudade
Habilidades da BNCC
Mãos à obra
Oriente-os a prestar atenção na construção visual, como o local onde ocorre a narrativa, as construções e os objetos apresentados, as roupas e as expressões dos personagens. Também reforce a importância de outros elementos nas cenas, como as combinações de cores, o uso de sombras, a presença de animais e os joguetes psicológicos – previsibilidade das ações dos personagens e surpresas com outras atitudes.
Caso julgue necessário, apresente o significado da palavra “acalanto”, que, segundo a primeira acepção do dicionário Aulete digital, é relacionada a cantar baixo, de modo a embalar e aconchegar uma criança a fim de levá-la a adormecer.
Para estimular esse diálogo, é possível fazer as seguintes questões:
- Gostaram do filme? Por quê?
- Quais poderiam ser os motivos que fizeram José Carlos ter saído de casa?
- Por que será que Luzia recebeu apenas essa carta de José Carlos?
- Vocês conhecem alguém ou alguma família que teve um membro que saiu em busca de uma vida melhor e jamais retornou ou deu notícias?
- Vocês conhecem alguém não alfabetizado, como Luzia, que precisa recorrer a outras pessoas para que estas lhe façam uma leitura?
- Que outro nome você daria para o curta-metragem?
- Vocês teriam lido a carta exatamente como ela estava escrita em todos os encontros ou teriam feito como Chico?
A narrativa ocorre entre os anos de 1980, data de escrita da carta, e 1990, data que consta na certidão de óbito de José Carlos. Já o espaço se constitui numa cidade com construções coloniais – nesse sentido, é possível interpretar que é uma cidade “parada no tempo”, assim como a vida de Luzia parece ter parado, tanto para esperar a leitura diária da carta quanto para o dia de retorno do filho.
Os gatos que rapidamente surgem em cena externas parecem dar um toque de leveza à ambientação e reforçar o ar pacato da sociedade, em contraste com a inquietude dos personagens. Um momento de tensão nesse contexto de marasmo ocorre quando Chico, que vira a certidão de óbito de José Carlos, vai à casa de Luzia, invertendo o movimento que sempre fora oposto, em que a mulher o procurava em sua casa. A tensão entre ambos é perceptível, e Chico parece tentar informar o ocorrido ao ler a carta, novamente inventando o seu texto.
Ao fim desse encontro, Luzia diz que uma brasa do fogareiro atingiu seus olhos, mas, queimando entre as chamas, parece estar a carta de seu filho, a qual fora motivo de seu apego durante tantos anos. Então podem ser realizadas questões sobre esse desfecho:
- Luzia teria compreendido que seu filho morrera?
- Ela queima a carta? Se sim, qual seria o significado desse ato?
- O que vocês acharam desse desfecho?
Depois dessa discussão sobre a interpretação da obra, incluindo o diálogo sobre o seu desfecho, o próximo passo é iniciar a atividade de produção textual. Para isso, proponha aos estudantes que escrevam uma carta ou um bilhete para alguém de quem eles sintam saudade. Podem-se usar notas autoadesivas coloridas, papel sulfite colorido ou outro material disponível na escola.
Conforme for pertinente, adapte a atividade, sobretudo para os estudantes público-alvo da Educação Especial. Por exemplo, se houver um estudante com deficiência visual, a turma pode ser convidada a gravar áudios em forma de carta; ou, se houver alguém com dificuldade de alfabetização, proponha que a carta ou o bilhete seja escrito com desenhos também. Ainda, os estudantes podem se auxiliar em grupos, para que um ajude o outro a ultrapassar os obstáculos que porventura encontrem. Você, professor, pode optar pelas adaptações necessárias, considerando o tempo da aula e o perfil da turma.
O ideal é que, se a atividade for de produção de carta, seja realizada em mais de uma aula e em colaboração com a área de linguagens e suas tecnologias. Já a escrita de um bilhete pode ocorrer em uma aula apenas; entretanto, esta pode ser uma abordagem um pouco mais superficial, a depender da escrita – embora também corrobore com a área citada.
Se algum estudante disser que não sente saudade de ninguém, solicite a ele que pense em alguém de quem gosta, por quem tem muito carinho, e então imagine essa pessoa distante, em uma viagem longa, por exemplo. Então, peça que escreva com base nessa situação fictícia. Reforce, de toda forma, que todos devem ser sinceros em suas produções, cabendo apenas a eles o teor do documento elaborado.
Cada estudante pode inserir sua produção em um envelope, adquirido pela escola ou confeccionado na própria turma, dando maior privacidade ao conteúdo. Também é possível propor o acondicionamento da produção em uma embalagem lacrada, como uma cápsula do tempo, a ser aberta ao fim do ano letivo, por exemplo, numa “aula da saudade”. Ou, ainda, os textos podem ser expostos num mural coletivo, mas, para isso, é necessário combinar essa exposição com a turma desde o início da proposta, a fim de garantir que todos se sintam à vontade com essa publicação.
Se a preferência for de que somente quem escreveu tenha acesso ao texto, certamente os estudantes serão mais sinceros na hora de registrar as suas palavras e emoções. Por isso, guardar essa produção para entregar aos próprios estudantes em um momento futuro pode ser uma forma de fortalecer os vínculos socioemocionais com a turma ao fim do período letivo. Se a escrita for publicizada, por outro lado, faz-se essencial reforçar isso ao longo de toda a produção, estimulando os estudantes a refletir sobre a diferença entre privado e público e o que é pertinente em cada caso. Ainda, em ambos os casos – carta pessoal ou pública –, reforce a importância do respeito e da ética.
c) Ação – Correspondência e afetos
Habilidades da BNCC e da BNCC Computação
(EM13LGG703) Utilizar diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais em processos de produção coletiva, colaborativa e projetos autorais em ambientes digitais.
Mãos à obra
A proposta deste último exercício é mobilizar os estudantes para uma produção digital coletiva, em que cada um escreverá uma minicarta de apenas dois parágrafos. Neste momento, espera-se que eles já tenham entendido como a carta pode ser considerada uma fonte histórica e um patrimônio, de modo a considerar esse conhecimento em sua criação.
Nesse sentido, a atividade visa promover na turma uma atmosfera similar de cumplicidade em torno de uma carta. Então, com esses aspectos do filme em mente, solicite aos estudantes que utilizem uma ferramenta on-line para criar e editar textos, sendo sua a escolha de qual delas usar. Por exemplo, pela acessibilidade das ferramentas do Google, você pode criar um arquivo no Google Docs para ser editado de modo simultâneo por todos da turma. Ou, se preferir, há outros aplicativos e plataformas, como o Padlet, que é uma ferramenta bastante dinâmica para a criação de murais digitais colaborativos. Fica a seu critério; sinta-se livre para encontrar a ferramenta mais adequada.
Durante a produção, cada estudante deverá escrever uma minicarta com dois parágrafos. No primeiro, o texto deve ser endereçado para o “eu” do futuro, que pode ser o eu do fim do ano vigente, do término do Ensino Médio ou mais à frente no tempo – a turma pode escolher o marco temporal coletivamente ou você pode propor um. Cada estudante deve pensar em como gostaria de estar nesse futuro, podendo, por exemplo, expressar desejos para si mesmo. No outro parágrafo, ele deve endereçar as suas palavras para a turma, deixando uma mensagem de carinho e amizade.
Outra sugestão é que cada estudante insira o seu nome antes de iniciar seus respectivos parágrafos, assim fica mais fácil monitorar a produção de cada um durante a atividade; além disso, no momento de leitura, haverá a referência de quem criou cada excerto. Após a atividade, é importante que os estudantes não possam mais alterar o texto, pois a ideia é ter uma produção fechada a ser revisitada em um momento posterior, conforme você julgar pertinente.
Acompanhe atentamente o desenvolvimento da atividade, reforçando o bom uso da ferramenta digital e o cuidado com as palavras, prezando sempre o respeito mútuo e a ética. Adapte a atividade conforme necessário, a fim de que todos possam participar. Redobre a atenção para a necessidade de adaptações sobretudo direcionadas àqueles que façam parte do público-alvo da Educação Especial. Cabe a você, docente, a melhor escolha de como realizar as adaptações. Por exemplo, os estudantes podem pesquisar e usar recursos de acessibilidade disponíveis nas próprias ferramentas digitais, como de escrita por voz e leitura de tela. Eles podem, ainda, fazer grupos para que seus integrantes ajudem uns aos outros a ultrapassar obstáculos.
A atividade deve ser concluída com uma leitura coletiva da construção textual, com as minicartas sendo lidas em sequência. Depois, abra espaço para o debate, pois assim os estudantes podem conversar sobre as escolhas de cada um, favorecendo a empatia e os laços afetivos entre eles. Por fim, a produção deve ser guardada para ser relida em um dos últimos dias de aula do ano letivo. Essa releitura pode ser feita numa “aula da saudade” para o projeto de vida, por exemplo.
A ideia dessa atividade coletiva é criar memórias afetivas entre colegas por meio da carta, que poderá ser retomada e relida em outros momentos, como Luzia e Chico fazem com a correspondência de José Carlos. Nesse sentido, também é possível propor aos estudantes que reflitam sobre como a carta tem um caráter duradouro, diferentemente das mensagens trocadas em redes sociais na atualidade, por exemplo, de caráter mais efêmero.
III. CORTA – CURIOSIDADES E SUGESTÕES
- o texto “São Luís (MA)”, do Iphan;
- o texto “Centro Histórico de São Luís”, da Unesco;
- o curso Educação Patrimonial Online, na plataforma Eskada, da Universidade Estadual do Maranhão (Uema).
Outra possibilidade é explorar os textos da Enciclopédia Itaú Cultural que dialogam ou com a obra Acalanto ou com os objetos de conhecimento mobilizados ao longo de sua abordagem. Seguem algumas sugestões:
- minibiografia de Léa Garcia, que interpretou Luzia em Acalanto;
- minibiografia de Luiz Carlos Vasconcelos, que interpretou Chico em Acalanto;
- verbete “Cultura material e imaterial”.
Para explorar esse e outros materiais da Enciclopédia Itaú Cultural, acesse também a seguinte ferramenta:
- Verbeth, plataforma da Fundação Itaú que combina a tecnologia do ChatGPT com todos os dados da Enciclopédia Itaú Cultural, potencializando ainda mais o seu uso e a dinâmica da sua experiência.
- O capítulo “A história depois do papel”, de autoria de Marcos Napolitano, presente no livro Fontes históricas (2008), organizado por Carla Pinsky. O texto aborda o uso de fontes históricas que não as documentais (formais) para o trabalho do historiador.
- O longa-metragem Narradores de Javé (2003), drama brasileiro dirigido por Eliane Caffé. A obra conta a história de moradores de uma cidade baiana que decidem construir um documento para narrar todos os fatos históricos do local, a fim de conseguir a sua preservação, tornando-o um patrimônio histórico e cultural do país.
- A página “Histórias” do Museu da Pessoa. É possível aprofundar o reconhecimento de objetos históricos diversos ao navegar nos relatos disponíveis nessa página, na qual pessoas diversas compartilham suas experiências de vida.
- A crônica “Museu de cartas”, de Claudia Nina, um texto sensível sobre o caráter duradouro da carta e toda a afetividade em torno desse tipo de correspondência.
Considerando novas aulas e projetos com o mesmo fio condutor do curta-metragem Acalanto e possíveis correlações, a IC Play disponibiliza três obras interessantes que contam com sequências didáticas completas no CineAula IC Play, como esta, para trabalhar em sala de aula:
- Moventes (2023), drama dirigido por Jefferson Cabral, com duração de 11 minutos. A obra registra a migração de uma família inteira de Natal (RN) para São Paulo (SP). Sequência didática: “Memória em movimento”.
- Napo (2020), animação dirigida por Gustavo Ribeiro, com duração de 20 minutos. Nesta história, um senhor é acometido por Alzheimer e passa a viver com sua filha e seu neto, acompanhando a deterioração de sua memória a cada dia. Sequência didática: “A memória entre o afeto e a imaginação”.
- Guida (2014), animação dirigida por Rosana Urbes, com duração de 11 minutos. Nela, Guida vive a experiência da velhice, explorando toda a potência libertada pela arte quando decide se permitir novas experiências. Sequência didática: “A velhice como um tempo de dançar realizações”.
IV. REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei no 15.100, de 13 de janeiro de 2025. Dispõe sobre a utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais... Diário Oficial da União, Brasília, DF, 14 jan. 2025. Disponível em: planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15100.htm. Acesso em: 26 dez. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2018. Disponível em: basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: 23 dez. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Computação – complemento à BNCC. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2022. Disponível em: portal.mec.gov.br/docman/fevereiro-2022-pdf/236791-anexo-ao-parecer-cneceb-n-2-2022-bncc-computacao/file. Acesso em: 23 dez. 2025.
CABRAL, Jefferson. Memórias em movimento. Itaú Cultural, 18 maio 2025. Disponível em: www.itaucultural.org.br/secoes/cineaula-ic-play/cineaula-ic-play-2-memorias-em-movimento. Acesso em: 23 dez. 2025.
CENTRO Histórico de São Luís (MA). Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ca. 2024. Disponível em: portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/34. Acesso em: 22 dez. 2025.
CORREA, Maria Paula de Jesus. A velhice como um tempo de dançar realizações. Itaú Cultural, 8 set. 2025. Disponível em: itaucultural.org.br/secoes/cineaula-ic-play/cineaula-ic-play-6-a-velhice-como-um-tempo-de-dancar-realizacoes. Acesso em: 23 dez. 2025.
CULTURA material e imaterial. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/termos/194279-cultura-material-e-imaterial. Acesso em: 22 dez. 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7.
ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. Verbeth. Plataforma da Fundação Itaú com o uso de inteligência artificial. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/verbeth/app. Acesso em: 9 jan. 2026.
HISTÓRIAS. Museu da Pessoa. Página com relatos de pessoas. Disponível em: museudapessoa.org/historias. Acesso em: 6 jan. 2026.
HISTORIC Centre of São Luís. Unesco World Heritage Centre, ca. 1992-2026. Available at: whc.unesco.org/en/list/821. Accessed on: January 9, 2026.
LÉA Garcia. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/27441-lea-garcia. Acesso em: 22 dez. 2025. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7.
LUIZ Carlos Vasconcelos. In: ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/10184-luiz-carlos-vasconcelos. Acesso em: 23 dez. 2025. Verbete da Enciclopédia.
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NAPOLITANO, Marcos. A história depois do papel. In: PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2008. p. 235-289.
NARRADORES DE JAVÉ. Direção: Eliane Caffé. Produção: Eliane Caffé, Luiz Alberto de Abreu et al. Rio de Janeiro: Bananeira Filmes; Gullane Filmes; Laterit Productions; RioFilme, 2003. 1 DVD (100 min).
NINA, Claudia. Museu de cartas. Rascunho, Rio de Janeiro, 3 ago. 2025. Disponível em: rascunho.com.br/cronistas/claudia-nina/museu-de-cartas. Acesso em: 23 dez. 2025.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nações Unidas no Brasil, ca. 2025. Disponível em: brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 9 jan. 2026.
SILVA, Silas. A memória entre o afeto e a imaginação. Itaú Cultural, 11 nov. 2025. Disponível em: itaucultural.org.br/secoes/cineaula-ic-play/cineaula-ic-play-8-a-memoria-entre-o-afeto-e-a-imaginacao. Acesso em: 23 dez. 2025.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO. PatNET – Educação Patrimonial Online. Plataforma Eskada, 2025. Curso gratuito on-line. Disponível em: eskadauema.com/course/view.php?id=77. Acesso em: 9 jan. 2026.
Minibiografia da elaboradora
Talita Seniuk é licenciada em história [Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)], ciências sociais [Universidade Metodista de São Paulo (Umesp)] e filosofia [Universidade Metropolitana de Santos (Unimes)]; e pós-graduada em metodologia do ensino de história e geografia (Cesumar) e ensino de sociologia [Universidade Candido Mendes (Ucam)]. No âmbito acadêmico, dedica-se aos estudos da cultura ucraniana. Além de ser professora efetiva da rede estadual de educação do estado de Mato Grosso, é coautora do livro Ucrânias do Brasil: 130 anos de cultura e tradição ucraniana (Máquina de Escrever, 2021); colunista do jornal Prácia, periódico dos ucranianos no Brasil, desde 2021; e membro fundador da Universidade Livre Ucraniana no Brasil Wira Wowk Selansky (2025).
O CineAula IC Play é um projeto do Itaú Cultural (IC) que consiste na publicação periódica, aqui site da instituição, de sequências didáticas baseadas em conteúdos da IC Play – plataforma de streaming gratuita do IC –, com o objetivo de promover o diálogo entre educação e cinema a partir de diferentes temáticas e da linguagem audiovisual. A iniciativa prevê o desenvolvimento de materiais educativos para subsidiar o trabalho com filmes disponíveis na IC Play em sala de aula, preferencialmente, bem como em contextos análogos, como cineclubes, oficinas e centros culturais, buscando, assim, estimular o letramento audiovisual e valorizar o cinema brasileiro. Além disso, pretende aproximar a arte e a cultura da Educação Básica, fomentar o pensamento crítico e criativo dos estudantes e estabelecer um diálogo contínuo com professores da Educação Básica. O projeto foi criado e é coordenado por Camila Fink, Heloísa Iaconis e Tatiane Ivo.
Autoria Talita Seniuk (selecionada via edital)
Edição Thayslane Ferreira (terceirizada)
Revisão Rachel Reis (terceirizada)
Confira aqui as sequências didáticas da primeira edição do CineAula IC Play.